domingo, 23 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Para todos os alunos...
"Se temos de esperar, que seja para colher a semente boa que lançamos hoje no solo da vida. Se for para semear, então que seja para produzir milhões de sorrisos, de solidariedade e amizade." (Cora Coralina)
Conteúdo programático - 2014 - 1º ano Ens. Médio - I TRIMESTRE
I TRIMESTRE
1- ESTUDO DA LÍNGUA:
1-1- níveis e funções da linguagem;
1-2- variedades regionais e sociais;
1-3- variantes linguísticas: jargões, gírias, marcas da oralidade;
2- FONÉTICA I:
2-1- fonema, letra, encontros consonantais, dígrafos, tonicidade...
3- FONÉTICA II: 3-1- sílaba,aspectos gráficos,acentuação... ORTOGRAFIA...
4- ESTRUTURA DAS PALAVRAS: radical, prefixo,sufixo;
5 - FORMAÇÃO DAS PALAVRAS: DERIVAÇÃO E COMPOSIÇÃO;
I- ESTRUTURA DO TEXTO
a) partes;
b) tema e sua delimitação; ideia principal, secundária;
c) ideias explícitas e implícitas;
d) objetivo do texto;
e) significação das palavras e expressões no contexto;
f) relações de sentido entre elementos do texto;
1- ESTUDO DA LÍNGUA:
1-1- níveis e funções da linguagem;
1-2- variedades regionais e sociais;
1-3- variantes linguísticas: jargões, gírias, marcas da oralidade;
2- FONÉTICA I:
2-1- fonema, letra, encontros consonantais, dígrafos, tonicidade...
3- FONÉTICA II: 3-1- sílaba,aspectos gráficos,acentuação... ORTOGRAFIA...
4- ESTRUTURA DAS PALAVRAS: radical, prefixo,sufixo;
5 - FORMAÇÃO DAS PALAVRAS: DERIVAÇÃO E COMPOSIÇÃO;
I- ESTRUTURA DO TEXTO
a) partes;
b) tema e sua delimitação; ideia principal, secundária;
c) ideias explícitas e implícitas;
d) objetivo do texto;
e) significação das palavras e expressões no contexto;
f) relações de sentido entre elementos do texto;
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Bom ano
Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou sua construção." (Paulo Freire, mensagem de boas vindas para professores)
"Não existem sonhos impossíveis para aqueles que realmente acreditam que o poder realizador reside no interior de cada ser humano, sempre que alguém descobre esse poder algo antes considerado impossível se torna realidade." (Albert Einstein) ALUNOS
domingo, 5 de janeiro de 2014
No ano passado...
Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:
"Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados".
Ótimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...
Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.
Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova.
Mario Quintana
domingo, 3 de novembro de 2013
Uma oração para os vivos - Martha Medeiros - ZH 03/11
Que honremos o fato de ter nascido, e que saibamos desde cedo que não basta rezar um Pai- Nosso para quitar as falhas que cometemos diariamente. Essa é uma forma preguiçosa de ser bom. O sagrado está na nossa essência, e se manifesta em nossos atos de boa-fé e generosidade, frutos de uma percepção profunda do universo, e não de ocasião. Se não estamos focados no bem, nossa aclamada religiosidade perde o sentido.
Que se perceba que quando estamos dançando, festejando, namorando, brindando, abraçando, sorrindo e fazendo graça, estamos homenageando a vida, e não a maculando. Que sejam muitos esses momentos de comemoração e alegria compartilhados, pois atraem a melhor das energias. Sentir-se alegre não deveria causar desconfiança, o espírito leve só enriquece o ser humano, pois é condição primordial para fazer feliz a quem nos rodeia.
Que estejamos sempre abertos, se não escancaradamente, ao menos de forma a possibilitar uma entrada de luz pelas frestas. Que nunca estejamos lacrados para receber o que a vida traz. Novidade não é sinônimo de invasão, deturpação ou violência. Acreditemos que o novo é elemento de reflexão: merece ser avaliado sem preconceito ou censura prévia.
Que tenhamos com a morte uma relação amistosa, já que ela não é apenas portadora de más notícias. Ela também ensina que não vale a pena se desgastar com pequenas coisas, pois no período de mais alguns anos estaremos todos com o destino sacramentado, invariavelmente. Perder tempo com picuinhas é só isso, perder tempo.
Que valorizemos nossos amigos mais íntimos, as verdadeiras relações pra sempre.
Que sejamos bem-humorados, porque o humor revela consciência da nossa insignificância – os que não sabem brincar se consideram superiores, porém não conquistam o respeito alheio que tanto almejam. Ria e engrandeça-se.
Que o mar esteja sempre azul, que o céu seja farto de estrelas, que o vinho nunca seja proibido, que o amor seja respeitado em todas as suas formas, que nossos sentimentos não sejam em vão, que saibamos apreciar o belo, que percebamos o ridículo das ideias estanques e inflexíveis, que leiamos muitos livros, que escutemos muita música, que amemos de corpo e alma, que sejamos mais práticos do que teóricos, mais fáceis do que difíceis, mais saudáveis do que neurastênicos, e que não tenhamos tanto medo da palavra felicidade, que designa apenas o conforto de estar onde se está, de ser o que se é e de não ter medo, já que o medo infecciona a mente.
Que nosso Deus, seja qual for, não nos condene, não nos exija penitências, seja um amigo para todas as horas, sem subtrair nossa inteligência, prazer e entrega às emoções que nos fazem sentir plenos.
A vida é um presente, e desfrutá-la com leveza, inteligência e tolerância é a melhor forma de agradecer – aliás, a única.
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